Teatro


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Cabaret

SÁBADO, 1 de ABRIL, 22h30

 

Da autoria de Miguel Babo e baseado num conto homónimo do autor, “Cabaret”, do livro “O Rei Não Tomba”, esta é uma peça ao estilo Bob Foss que reúne várias artes, teatro, dança e música, assente na dupla-personalidade de um narrador que vai digladiando duas visões diferentes do seu próprio imaginário romântico sobre o espetáculo de “Cabaret”.

Um Musical multidisciplinar e ecléctico que conjuga a performance de um elenco de bailarinas com o virtuosismo de uma banda e cantores ao vivo, ao mesmo tempo que se desenrola uma história que sustenta as alterações de humor e sentimentos contraditórios próprios da personalidade bicéfala do seu “criador”.

Um Musical que recria e o transporta aos melhores tempos do espetáculo de Cabaret.

Direção Artística, Encenação e Dramaturgia: Miguel Babo | Coreografia: Cecilia Carneby, Amy Rufell | Direção Musical: Alexandra Curado | Som e Luminotecnia: Paulo Brites | Bailarinos: “Cabaret Dance Company” | Atores: Ana Madureira, Filipe Faustino, Sara Cecília, Miguel Babo, João Damasceno, Alexandra Curado | Música: Tocada e cantada ao vivo “Cabaret Band” | Comunicação: Rodrigo Cruz | Produção e Projeto: Alemns Romero | Cartaz: João Alves

Grande Auditório | Entrada: 8,00 e 10,00 euros


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Filho da Treta

Com José Pedro Gomes e António Machado

SEXTA-FEIRA, 5 de MAIO, 21h30

Antigamente, a vida era uma selva. Agora, a vida é uma selfie. Toda a treta se dispersou e cresceu nas redes sociais e os especialistas têm tido alguma dificuldade em encontrar a genuína conversa da treta. Mas quem é vivo sempre falece, e também sempre aparece. Nada se perde, tudo se transforma – o código genético da Treta renasce em 2016 com a assustadora e nada aguardada peça de teatro “Filho da Treta”.

Zezé (José Pedro Gomes) prossegue a sua luta contra o bom-senso, a solidariedade, o trabalho e outros conceitos primeiro-mundistas, desta vez na companhia de Júnior (António Machado) que anda de bicicleta desmontável. Zezé, ao nível da deslocação, continua a polir a ponta do sapatinho de verniz com cuspe. Mas é um cuspe mais sábio...

Numa comovente irritação entre duas gerações perdidas, discutem-se as tascas gourmet, os refugiados, os paus de selfie, as novas famílias e outras pragas que assolam o mundo moderno deste saudoso bairro em vias de extinção.

Texto: Filipe Homem Fonseca e Rui Cardoso Martins |  Encenação: Sónia Aragão |  Música: Bruno Vasconcelos e Nuno Rafael | Desenho de Luz: Luís Duarte |  Figurinos: Fernanda Ramos |  Produção: Força de Produção | Intérpretes: José Pedro Gomes e António Machado

Grande Auditório | M | Entrada: 12,00 e 14,00 euros


 

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