Exposições

Pgina Agenda Jos Carlos Nero

22 de MARÇO a 1 de MAIO

Em cada um de nós há um segredo, uma paisagem interior, com montanhas que tocam o céu, oceanos infinitos e paraísos perdidos.


Desde paisagens marítimas da costa portuguesa até às montanhas altas dos Pirinéus franceses, esta exposição de treze fotografias é uma visão pessoal sobre as paisagens que nos rodeiam.

José Carlos Nero, natural de Sesimbra, uma vila intimamente ligada ao mar cujo tema tem sido um dos mais presentes nos seus trabalhos. Encontra na fotografia a forma de transmitir o seu modo de ver o mundo, procurando que as suas imagens sejam o espelho das emoções e da beleza que encontra nos horizontes que o rodeiam.

 

Sala Afonso Cruz | Entrada gratuita

 


Rui Parente

 

4 a 30 de ABRIL

Rui Parente, natural de Coimbra, desde muito jovem manifestou grande apetência e vocação para o desenho e para a pintura. Ao longo dos tempos foi praticando e aperfeiçoando a sua técnica, genuína e original, dominando a pintura a óleo espatulada.

Não tendo formação académica na área de Belas Artes é, contudo, o exercício da arte pictórica a atividade que lhe propicia uma maior satisfação pessoal. Trabalhou sempre individualmente, sem excluir a observação de outros pintores de renome, que contribuíram para o desenvolvimento dos seus dotes de pintor.

Além de autodidata, assume-se como impressionista, considerando a espontaneidade da expressão uma das características predominantes na obra que vem criando.

A cidade natal de Rui Parente e a Figueira da Foz, bem como as paisagens envolventes, são para o pintor as “musas inspiradoras”.

Os seus trabalhos integram diversas coleções particulares, em Portugal e no estrangeiro.


Sala Zé Penicheiro | Entrada gratuita

 

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22 de ABRIL a 24 de JUNHO

A exposição Retrospetiva(s): Capítulo V enquadra-se no projeto que tem por base o lançamento e promoção do Catálogo Raisonné, do pintor Miguel d’Alte (1954-2007).

Neste catálogo raisonné, além de uma compilação de textos (antigos e novos) sobre o pintor, e do inventário da obra que atinge os cerca de 1.200 trabalhos, pertencentes a cerca de 170 coleções públicas e privadas, é também possível encontrar uma biografia detalhada do pintor, que nos revela o seu percurso, currículo e qualidade. Trata-se de uma edição de cerca de 400 páginas, desenvolvida ao longo de cerca de três anos por Helena AM Pereira.

Miguel d’Alte expôs desde 1975 e até aos inícios da década de 1990. A sua pintura é obscura, dramática, fantástica e surreal. Na década de 1990, a paleta torna-se clara e límpida, com amplos brancos e subtis gradações de cinzentos e azuis. Nesta fase, cobria a tela com múltiplas camadas de tinta que depois raspava tentando descobrir/cobrir riscos, cores, formas, atmosferas.

"Pintor maldito", como o apelidou o pintor Henrique Silva, a história de Miguel d'Alte poderia assemelhar-se à de um Van Gogh. Morreu de forma trágica, colhido por um comboio em Vila Nova de Gaia, entre os apeadeiros de Miramar e Francelos, na tarde de 24 de dezembro de 2007, véspera de Natal.

Sala 2 | Entrada gratuita

Gentes do Mar

 

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