Exposições

100 anos z penicheiro

 

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100 anos: Zé Penicheiro  

O Município da Figueira da Foz assinala os cem anos do nascimento o artista plástico Zé Penicheiro com duas exposições, nas salas 3 e Zé Penicheiro, do Centro de Artes e Espectáculos.

Zé Penicheiro nasceu a 15 de outubro de 1921 na aldeia beirã de Candosa, Tábua, vindo viver para a Figueira da Foz com apenas dois anos.

Autodidata, iniciou a sua carreira artística como caricaturista e ilustrador. Executou diversos trabalhos para a Comissão Municipal de Turismo, dos quais destacamos os desenhos das maquetes dos carros alegóricos de várias edições do Carnaval, coleções de postais e outros materiais promocionais da cidade e do concelho.

Colaborou em diversas publicações, nomeadamente "A Bola", o "Primeiro de Janeiro", "Os Ridículos",  "O Sempre Fixe", entre outras.

A ele se deve a criação de uma expressão plástica original, a "Caricatura em Volume".

Faleceu a 15 de março de 2014,  aos 94 anos.

 


Sala Zé Penicheiro e Sala 3 | Entrada livre

Horário:
Segunda a quinta-feira:
09h00 às 23h00
Sextas-feiras: 09h00 às 24h00
Sábados e feriados: 10h00 às 24h00
Domingos: 10h00 às 19h00

 

 
 

Cartaz Marta Monteiro

Ilustração de Marta Monteiro

13 de outubro a 12 de dezembro

Licenciada em Artes Plásticas-Escultura pela Faculdade de Belas Artes do Porto, Marta Monteiro tem vindo a desenvolver ao longo dos últimos anos diversas actividades nas áreas do cinema de animação, da ilustração e do ensino. O seu trabalho pode ser visto regularmente em revistas, jornais e editoras tais como Visão, New York Times, Washington Post, Máquina de Voar, Pato Lógico, Nobrow e Bruaá. Em 2014 recebeu a medalha de ouro da Society of Ilustrators pela série “Little People” e viu já o seu trabalho selecionado para a Feira do Livro Infantil de Bolonha.

Vive e trabalha em Penafiel, cidade onde nasceu em 1973. 

 

Horário de visita:

Segunda a quinta-feira: 09h00 às 23h00
Sextas-feiras: 09h00 às 24h00
Sábados e feriados: 10h00 às 24h00
Domingos: 10h00 às 19h00

 

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Gentes do Mar

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SALETRICE

Paulo Ribeiro Baptista

A paisagem do Baixo-Mondego foi muito transformada pelas explorações de dois produtos fundamentais para a economia local, o sal e o arroz. São justamente os vestígios dessa transformação no território, com várias etapas, avanços e regressões que pretendemos abordar sob a forma de ensaio visual. A paisagem contemporânea é uma criação cultural que resulta de um cruzamento com o ambiente e a ecologia e essas dimensões são aqui particularmente evidentes. Por isso uma leitura da paisagem dá-nos, simultaneamente, uma perspetiva sociológica sobre o território. Permite intuir os usos da terra e da água reunidas numa simbiose, a ocupação, as práticas culturais e a representação fotográfica procura sintetizar alguns desses traços e transpô-los para uma linguagem visual. Sal et rice é uma expressão latina que significa sal e arroz. A exposição desdobra-se em dois núcleos, um é dedicado ao sal e o outro é dedicado ao arroz e, de uma forma mais genérica, ao território.  


Sala Afonso Cruz | Entrada livre

Horário:
De segunda a sexta-feira: 9h00 às 24h00
Sábados e feriados: 10h00 às 24h00
Domingos: 10h00 às 19h00

 

 
 

Jardim Interior CAE DSC 9074

a partir de 24 de junho

Jardim Interior | Entrada livre

No dia 14 de novembro de 2019 o freixo do Largo da Misericórdia - Páteo de Santo António -, com cerca de 300 anos de idade e classificado em 2009 pelo ICNF como árvore de Interesse Público (ICNF: n.º processo KNJ1/537), foi abatido por motivos de debilidade e de segurança pública, após decisão devidamente sustentada em pareceres e avaliações técnicas e com a concordância do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF).

Plantado há 300 anos em frente ao edifício do Convento, que hoje acolhe o Lar de Santo António, o freixo tornou-se uma árvore majestosa com uma forte presença no local onde era já carinhosamente designado de “Freixo de Santo António.” Em 2018, sucumbiu à tempestade Leslie.

Reconhecendo que esta árvore era uma referência daquele espaço e da memória coletiva dos figueirenses, representando um valor importante na história e no património local, o Município preocupou-se em perpetuar essa memória e o simbolismo a ela associado.

E porque as árvores não morrem, do “Freixo de Santo António”, o escultor Paulo Neves talhou as presentes esculturas: Santo António, São João, São Pedro e São Julião, quatro dos mais estimados Santos da Figueira da Foz, que permanecerão preservadas neste renovado jardim interior do CAE e que, pela sua originalidade, não serão indiferentes aos olhares de quem por aqui passa.

 

Horário:

De segunda a sexta-feira: 13h00 às 19h30
Sábados: 14h00 às 19h00
Domingos e feriados: Encerrado
Dias de espetáculo: até ao final do espetáculo

 

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Gentes do Mar

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