Grupo de Vanguarda
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de Vicente Sanches
Pateo das Galinhas – Grupo Experimental de Teatro da Figueira da Foz



SEXTA-FEIRA e SÁBADO, 3 e 4 de JULHO, 22h00
DOMINGO, 5 de JULHO, 17h00

Grupo de Vanguarda de Vicente Sanches é um texto sui generis, quer no conteúdo quer na forma. Esta peça tem como tema “A Morte”, tema este que é exposto de forma algo palavriosa, ou melhor dizendo, muito, muito palavriosa. Não fique o espetador expectante em assistir a um drama estático, pois o conjunto de atores que sobe a cena acredita que o verdadeiro teatro é, apenas e só, verdadeiro terrorismo. Mais: este grupo de atores ama o terror pelo terror e o seu único objetivo é espalhar sobre a plateia, entre os espetadores e as espetatrizes, o pânico, o medo, o pavor.

Grupo de Vanguarda é uma enorme brincadeira, um palco onde o teatro brinca consigo próprio, onde é exigido aos atores que joguem, que provoquem o seu público. Um público insensível aos mistérios da vida e… da Morte.

Encenação: Ricardo Kalash | Coprodução: CAE/Pateo das Galinhas | Intérpretes: Ana Paula Veloso, Donzília Freire, Fernando Lopes, Helena Adão, Isabel Cardoso, João Portulez, José Fonseca, Lígia Bugalho, Margarida Bessone, Rui Féteira e Vítor Silva | Desenho de Luz: Víctor Marques | Imagem Gráfica: Mauro Zarkand

Grande Auditório – lotação limitada a 100 lugares | 1h00 (sem intervalo) | M 12 anos Entrada: 5,00 euros

 
Espetáculo Comemorativo do Centenário da Cruz Vermelha da Figueira da Foz
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Homenagem a Carlos Paredes


SÁBADO, 11 de JULHO, 22h00

Comemorar 100 anos ao serviço da comunidade, evocando artistas solidários do seu tempo: José Afonso, Carlos Paredes, Luiz Goes, Adriano Correia.
As vozes de Joaquim Matos e Vítor Nunes, as guitarras de Álvaro Aroso e José Paulo e a viola de Eduardo Aroso, percorrem a obra criada por aqueles artistas interpretando Baladas, Fados e Canções de Coimbra. A guitarra portuguesa de expressão coimbrã e a viola, suportes instrumentais dos acompanhamentos, trazem também a alma portuguesa nas composições de Carlos Paredes. Goes, Adriano e Zeca, sem renegarem o Fado de Coimbra onde, aliás, começaram o seu percurso poético-musical e de intérpretes, rapidamente impregnaram, cada um à sua maneira, as suas criações com marcas solidárias, humanistas e de intervenção política ou social.

Grande Auditório | 1h30 | M 6 anos | Entrada: 7,00 euros (sem descontos)

Acolhimento

 
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