Teatro

vidros esplanada deus da Carnificina

 

Com Diogo Infante, Jorge Mourato, Patrícia Tavares e Rita Salema
SÁBADO, 30 de JUNHO, 22H00
Grande Auditório | 1h30 | M 12 anos | Entrada: 8,00 e 10,00 euros

Dois casais, adultos e aparentemente civilizados, encontram-se para resolver um incidente protagonizado pelos seus filhos menores. O que é verdadeiramente sedutor neste confronto é a progressão paradoxal do encontro dos casais. Há uma certa sofisticação na forma como o encontro decorre na tentativa de apurar responsabilidades. O que acontece na realidade é a queda progressiva das máscaras a que nos obrigamos no ato social e um estalar do verniz, que deixa a nu a natureza violenta dos relacionamentos humanos.
O tema da peça é, necessariamente, a Hipocrisia. O que é curioso é que toda esta dimensão ética e politica é colocada neste texto em termos profundamente cómicos. “O Deus da Carnificina” é por isso uma comédia, mesmo que o riso tenha como fronteira a dor que sempre sentimos, quando constatamos a nossa fragilidade humana.

Autoria: Yasmina Reza | Tradução, Versão e Encenação: Diogo Infante | Intérpretes: Diogo Infante, Jorge Mourato, Patricia Tavares e Rita Salema | Cenografia e Adereços: Catarina Amaro | Desenho de Luz: Tânia Neto | Espaço Sonoro: Rui Rebelo | Assistência de Encenação: Isabel Rosa | Direção de Produção: Ana Rangel e Miguel Dias | Coprodução: Teatro da Trindade INATEL e Plano 6

grande ressaca

 

com Carlos Cunha

SEXTA-FEIRA, 10 de AGOSTO, 22h00

SÁBADO, 11 de AGOSTO, 22h00

Grande Auditório | 2h00 (com intervalo) | M 12 anos | Entrada: 10,00 e 12,50 euros

“A Grande Ressaca” é uma comédia teatral protagonizada por Carlos Cunha, no papel de Alberto, um empresário de mariscos congelados que há dez anos perdeu a sua mulher para Ramiro, um empresário com a mania que vende mariscos vivos (e vende mesmo). Alberto vive angustiado com esta perda e nunca deixou de acreditar que a sua mulher vai voltar para casa.

Na noite em que Alberto faz sessenta anos, ele e o seu amigo – e empregado – Jaime abusam da bebida, o que dá origem a uma grande ressaca no dia seguinte, ressaca essa com uma particularidade: Alberto não se lembra de nada do que fez na noite passada. Todavia, Jaime lembra-se e vamos descobrindo ao longo da peça que a noite foi tudo menos uma noite normal, e que, inclusivamente, Alberto matou Ramiro… e o corpo está lá em casa.

Dá-se então início, num ritmo frenético e com muitas personagens à mistura, ao contrarrelógio que Alberto terá de fazer para se livrar do corpo do amante da mulher (e de uma acompanhante que o chantageia), que agora quer regressar a casa. No meio de muito humor e situações altamente inusitadas, também se tocam temas fortes, como o amor, a solidão, os afetos e a idade…

Autoria: Roberto Pereira | Encenação: Carlos Cunha | Direção Plástica: Helena Reis | Elenco: Carlos Cunha, Érika Mota, Nuno Pires, Lígia Ferreira, Élia Gonzalez | Produção: Carlos Cunha Produções

 

 

JS O APOCALIPSE SEGUNDO FERNANDO PESSOA E OFELIA QUEIROS 11 10 2017 174

 

O APOCALIPSE
Segundo Fernando Pessoa e Ofélia Queirós

SEXTA-FEIRA, 14 de SETEMBRO, 22H00

Grande Auditório | 1h10 | M 12 | Entrada: 10,00 euros

 

Este espetáculo reúne várias artes – literatura, teatro, música, canto e dança – em torno da ideia do reencontro de Fernando Pessoa e Ofélia Queirós no Cais das Colunas, num plano intemporal e visionário muito ligado ao imaginário de Lisboa, do Tejo e do Atlântico. Num modelo inspirado no Apocalipse segundo São João, Ofélia revela a Pessoa a verdade fundamental sobre o sentido do seu encontro e do amor e obtém o reconhecimento do Pessoa ortónimo e dos seus vários heterónimos. A obra dá voz a passagens e momentos capitais da vida e obra de Pessoa e recria o episódio da Ilha dos Amores, de Luís de Camões, em torno de Pessoa e Ofélia.

O projeto, encenado por Miguel Babo e escrito por Paulo Borges, professor do Departamento de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, autor de vários livros sobre Fernando Pessoa, estende o convite a uma equipa de artistas multidisciplinares.

Autor e Dramaturgia: Paulo Borges | Direção Artística: Miguel Babo, Sandra Battaglia, Paulo Borges, Rui Reis | Música -  autoria e direção musical: Rui Filipe Reis | Coreografia: Sandra Battaglia | Encenação: Miguel Babo | Vídeo: Luís Fernandes | Elenco Dança: Amalgama Companhia de Dança | Elenco Texto / Teatro: "Ficções do Interlúdio" - Sónia Balacó , Álvaro Faria, João Damasceno, Paulo Borges, Miguel Babo | Elenco Música: Trio Caixa de Pandora e quarteto Vocalónimus | Produção Executiva: Talentilicious

 

IMG 5031IMG 5035

IMG 5042

 

O COSTA DO CASTELO
SIT – Sociedade de Instrução Tavaredense

SÁBADO, 25 de AGOSTO, 22H00
Grande Auditório | 1h45 | M 3 anos | Entrada: 5,00 euros

Em 2018, a Sociedade de Instrução Tavaredense aposta na Comédia Musical “O Costa do Castelo”.  Após uma adaptação para teatro, este grupo amador, com cerca de 50 elementos, deliciou plateias com esta brilhante aventura.
A história é sobre um jovem rapaz, André, membro de uma família nobre e rica, que se apaixona perdidamente por uma rapariga do povo, Luisinha.
Para ver Luisinha todos os dias, André decide então ir morar na mesma casa que ela dando um nome falso e dizendo-se chauffeur. Mas, quando tudo parece estar a correr bem, eis que a tia de André, a Sra. Dona Mafalda desmascara o seu sobrinho pondo fim àquele maravilhoso sonho…


Adaptação e Encenação: João Miguel Amorim | Sonoplastia: Nuno Pinto | Desenho de Luz: António Liberto | Cenografia e Adereços: José Manuel Cordeiro de Oliveira, Álvaro Freitas, José Alberto | Caracterização: Gabriela Amado | Intérpretes: João de Bastos, Raquel Rodrigues, João José Silva, Lina Fadigas, Helena Rodrigues, José António Maia, Daniel Santos, Joana Pais, Manuela Fadigas, Cristiana Fadigas, Álvaro Freitas, Celeste Freitas, Celeste Dinis, Sílvia Pinto, Adelaide Faria, Fátima Cação, Madalena Santos, Patrícia Abigail, Ana, Margarida Serôdio, Tânia, Mafalda Maia, Carolina Fernandes, Rafael Cardoso, Teresa Maia, João Miguel Amorim

 

 

cmffpb